Arquivo mensal setembro 2018

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Tudo pronto para a 34ª Feira do Livro de Caxias do Sul

Evento, que ocorre entre os dias 29 de setembro e 14 de outubro, contará com 45 bancas expositoras, 62 escritores e diversas atividades paralelas. Editora Vírtua, mais uma vez, será a editora com maior número de livros lançados. Conheça cada um deles

Quem passa pela Praça Dante Alighieri, no coração de Caxias do Sul, já pode conferir que a estrutura para a 34ª Feira do Livro da segunda maior cidade gaúcha já está toda montada. O espaço que abrigará as 45 bancas expositoras e os eventos paralelos já começa a ser ocupado pelos profissionais que trabalharão no evento, gerando grande expectativa em todos os amantes da literatura da região. “Esperamos manter neste ano a média de vendas do ano passado, que alcançou 57 mil exemplares, com expectativa de chegarmos aos 60 mil. Para isso, estamos preparando uma feira muito bonita, que conta com o trabalho incansável da equipe da Secretaria da Cultura, junto aos apoiadores, parceiros e patrocinadores”, resumiu Maria Cristina Tiburi Pisoni, diretora do Departamento do Livro e da Leitura da Secretaria Municipal da Cultura. Neste ano, as bancas oferecerão até 20% de desconto durante a Feira.

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Vista aérea da Feira do Livro de Caxias do Sul. FOTO: Organização do evento

Participando do evento pelo quinto ano consecutivo, a Vírtua será a editora com o maior número de livros com lançamento e sessões de autógrafos, a exemplo do que ocorreu em 2017. Ao todo, serão 10 títulos da marca apresentados ao público. Conheça cada um deles:

“Kay, a coruja restaurativa”, de Antonio Flavio Teixeira – 29.09, 14h: Uma história cheia de bons valores para serem apresentados às crianças, como amizade, cooperação, respeito e amor à natureza. Conta a história da convivência de animais de diferentes espécies em um mesmo ambiente, destacando a importância de respeitar as características e necessidades de cada um para uma convivência pacífica entre todos.

“Pedaços”, de João Batista da Silva – 29.09, 15h: Neste livro, o escritor expressa todo o seu talento com a poesia, jogando com as palavras para demonstrar e expressar sentimentos que lhe marcaram com relação a pessoas, lugares, emoções e muito mais, sempre exaltando o lado humano das situações do cotidiano. Um livro de fragmentos poéticos, um enfeixe de poemas com sensibilidade à flor da pele.

“Ella”, de Leandro Angonese – 29.09, 16h: Uma verdadeira celebração à divindade feminina. Com seu estilo poético marcante, Leandro Angonese fala de sentimentos que vão ao mais íntimo de cada ser, como um homem que declara-se, continuamente, à mulher que sempre amou.

“Agradecer, vencer, comemorar”, de Zulmira G. Trindade P. da Costa – 05.10, 17h: Nesta obra, a autora traz um relato pessoal de todo o aprendizado que teve ao vivenciar um drama de saúde na família, que lhe exigiu dedicação exclusiva nos cuidados ao marido, após ele sofrer um Acidente Vascular Cerebral. Além de importantes lições, o livro traz também uma série de informações importantes para pessoas que vivenciam a mesma situação.

“Retrospecto da vida”, de Lourdes Lacava – 06.10, 14h: A obra reúne uma série de poemas escritos ao longo dos 78 anos de vida da autora, nos quais ela conta suas impressões sobre situações, lugares e pessoas, além de expressar emoções e lembranças.

“A república dos inocentes”, de Vanderlei Francisco Silva – 06.10, 15h: Nesta obra, a quarta de Vanderlei, o autor mergulha nos bastidores dos esportes e da política da América Latina, mostrando uma face desconhecida do grande público no que tange os jogos de poder e interesses. Na obra, ele fala de assuntos como corrupção, desorganização do sistema carcerário brasileiro, religiões e grande mídia.

“O grande vazio”, de André Fortunato – 06.10, 16h: Neste livro direcionado ao público infantojuvenil, André conta a história de Juninho, um garoto que conhece a bíblia e os valores cristãos e neles encontra as respostas para muitos questionamentos que ele tem a respeito da vida, tão caracterizada atualmente pela competitividade, a vaidade e o consumismo.

“A menina que caminhava”, de Laiana Cardoso – 07.10, 15h: Este pequeno livro mostra como a tragédia ocorrida com a menina Naiara, em Caxias do Sul, marcou a vida da cidade e o coração dos alunos da autora, professora na Rede Pública Municipal de ensino. Após lerem um texto da professora sobre o fato, os estudantes ficaram encantados e aconselharam-na a publicar um livro sobre o assunto. A proposta ficou ainda mais interessante quando os estudantes se propuseram a fazer as ilustrações da obra.

“Os bastidores arquetípicos da Ópera do malandro”, de Gisela Cardoso – 10.10, 18h: No livro, a autora retrata sob o olhar da psicologia jungiana a obra “Ópera do Malandro”, do compositor brasileiro Chico Buarque, traçando assim uma apurada análise dos arquétipos femininos e sociais que compõem esta obra e a forma com que estes mesmos arquétipos estão presentes na sociedade brasileira.

“O último Einstein e a relatividade do amor”, de Claudia Hackbart – 12.10, 18h: Há um instante no tempo que define toda uma história. Esta frase define o novo livro da escritora Claudia Hackbart. Ficção baseada em muitos fatos reais, a obra retrata um mundo prestes a sucumbir devido à tarceira guerra mundial. Neste cenário tenso, um grande cientista do passado reaparece no Brasil e, com a ajuda de seu tataraneto e o grande amor da vida dele, viaja no tempo para salvar a humanidade.

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Um amor para todas as vidas – um conto de Marlene Passos

Num parque de diversões, crianças brincavam alegremente enquanto as mães conversavam. Cristian e Cristiane, apesar de terem apenas 8 anos, juravam amor eterno. Estudavam na mesma classe, eram vizinhos e as famílias cultivavam amizade de longa data. O tempo passou e na adolescência oficializou-se o namoro; um sentimento indescritível tomava conta de ambos. Um amor para várias vidas.

Chega o tão sonhado dia da formatura. Jornalistas, com orgulho! Depois da festa, toda turma de formandos foi para o aeroporto, de onde seguiriam em uma excursão a Fernando de Noronha. No avião, aquela alegria! Cristian e Cristiane olham-se com ternura e um dá parabéns ao outro. Em seguida, se beijam. Era tanto amor naquele beijo que nem sentiram que uma terrível tempestade aproximava-se. A turbulência jogava o avião de lado a lado, todos gritavam, o avião perdia a altitude e começava a cair de bico. O pavor era geral, mas o casal apaixonado nem se dava conta do momento, o êxtase da paixão era tanto que já estavam no paraíso.

Antes da queda, um raio de grande proporção causa a explosão do avião e fragmentos caem no mar. A tragédia vira notícia, o tempo passa rapidamente e todos esquecem do acontecimento. Cada um na sua rotina, vivendo sonhos, lutando, ganhando e perdendo. Vivenciando a vida… Certo dia Caroline, bióloga marinha, mergulhava para buscar algas que usava em suas experiências, quando, mexendo na areia profunda, encontra uma pulseira de ouro com data e nomes gravados.

Emerge e senta na praia, olhando a joia. Pensa consigo mesma: Cristian e Cristiane… Nossa, já faz 60 anos… De quem será essa pulseira? Vou colocá-la. Se encontrar o dono, a entrego. Cansada, vai para casa e num repente adormece. Em sonho, começa sentir uma sensação estranha de saudade e sem entender enxerga uma imagem.

Acorda com o coração palpitando, sentindo falta de alguém.

– Mas o que é isso? Um pesadelo? Sinto-me tão livre e feliz sozinha, não entendo essa reação! Vou tentar dormir novamente, não quero mais sentir isso!

Caroline fecha os olhos e dorme. O sonho surge como uma porta abrindo-se, revelando imagens confusas e vazias.

Amanhece e com o sol vem o alívio de uma noite cansativa.

Ela olha para a pulseira no braço e pensa:

– De quem será?

Sai para mais um dia de pesquisa e encontra o amigo Paulo.

– Bom dia, Paulo, tudo bem?

– Tudo bem, amiga, chegou um biólogo ontem à noite, está fazendo doutorado. Seu nome é Carlos Henrique, está na praia admirando o lugar da pesquisa.

– Vou encontrá-lo, estou com uma mostra diferente de algas, talvez ele possa ajudar-me a chegar a uma definição.

– Ok, vai lá, amiga.

Caroline vê o biólogo de costas e o chama:

– Olá, você é o novo biólogo Carlos Henrique?

Ele vira-se para ela e ambos sentem uma forte vibração. Sem entender, aproximam-se:

– Olá, sou eu. E você, quem é?

– Sou bióloga também, me chamo Caroline.

– Muito prazer em conhecê-la.

– Igualmente.

De repente ele é atraído pelo brilho da pulseira de ouro e diz:

– Linda joia, mas não me é estranha…

– Ah, eu achei. Se é de alguém que conhece eu a devolvo.

– Não, não conheço a joia, apenas senti que a conhecesse, mas é impossível, estou vendo-a pela primeira vez.

Mas, fale-me sobre suas pesquisas.

– Achei uma alga que não estava no meu catálogo, parece-me que está havendo uma transformação em suas células por causa do aquecimento das águas, às vezes parece um camaleão, muda de cor e, ao contrário do que deveria, em vez de liberar oxigênio ela está liberando gás carbônico.

– Isso é ruim!

– Exatamente.

– Você pode levar-me onde há mais dessas algas?

– Sim, vamos lá.

Colocam o equipamento de mergulho e vão em busca de matérias para pesquisa.

Chegando ao local, as algas mostram-se maiores e parecem entrelaçá-los. De uma forma estranha, começam a sugar o oxigênio dos cilindros. Rapidamente os biólogos emergem.

– Mas o que foi aquilo? Um ataque de algas!

– Parece que nosso oxigênio foi quase zerado!

– Muito estranho isso!

– Não deu para colher nenhuma amostra, mas tenho no laboratório, vamos lá, deixei-a num viveiro de plantas aquáticas.

Chegando ao laboratório, a alga havia sugado a energia das outras plantas e estava bem maior.

– Estou atônita! Não sei o que dizer!

– Vamos fazer uma experiência: colocá-la num lugar fechado de vidro, apenas com gás carbónico. Amanhã voltaremos e veremos o que aconteceu.

E assim foi feito. Na manhã seguinte, a alga estava bem pequena e apenas de uma cor.

– Isso quer dizer que o oxigênio, de repente, alterou o sistema, fazendo-a consumir de uma maneira desordenada e com a pressão interior liberou gás carbônico.

– Gás carbónico já tem demais em nosso planeta!

– Exatamente, mas que tal descansarmos um pouco?

– Tem um quiosque aqui perto, é uma maravilha.

– Vamos lá!

Enquanto caminham e conversam pela areia macia, a mente de Caroline parecia estar em outro lugar.

– Tudo bem?

– Às vezes parece-me tão distante…

– Não estou conseguindo entender a atração que sinto ao olhar para sua pulseira.

– Gosta tanto de ouro assim? – Ambos começam a rir.

– Não é isso. Não sei explicar.

– Eu achei, mas se quiser posso dar a pulseira prá você.

– Não, imagina!

– Mas então coloca a pulseira um pouco.

Caroline põe a pulseira no braço de Carlos Henrique e, num impulso, ele a segura nos braços e a beija com saudade e paixão. Depois, se afastam e ele pede desculpas.

19092018a - Um amor para todas as vidas - um conto de Marlene Passos

– Desculpe-me, não sei o que aconteceu… Parece que num segundo não era eu, não era você…

Em minha mente me enxerguei colocando a pulseira em seu braço como se fosse um presente…

– Também senti a mesma coisa…

– O que isso quer dizer?

– Vamos investigar.

– Na pulseira tem os nomes e a data.

– Deve haver uma explicação para esse mistério…

Os dois deixam a experiência das algas com outros biólogos e vão investigar aquele mistério. Pesquisando sobre a data que estava na pulseira descobriram que houve um acidente de avião e entre os mortos estavam um casal: Cristian e Cristiane. Ficam assustados e olham-se.

– Estou sem palavras…

– Eu também… E o que estamos sentindo? Parece que nos conhecemos há uma eternidade…

– Não sei explicar… Você acredita em reencarnação?

– Não! Claro que não! Seria uma amnésia sem sentido! De que vale estudar, sofrer, ter valores e tudo ser esquecido?

– Também não acredito, mas o que estamos sentindo?

– É tudo muito misterioso… Se observarmos, não somos os mesmos de quando éramos crianças, somos outras pessoas.

– Sim, mas lembramos de muitas coisas.

– E o que estamos sentindo não seria uma espécie de lembrança? Olha para mim, no fundo dos meus olhos, e diga o que sente.

– Sinto que não há tempo, não há distância, não há formato, há apenas emoção…

– Sinto o mesmo. É como se a forma fosse apenas um suporte, a essência é nosso elo.

– Deixe-me beijá-la, procure esquecer do personagem que ocupa, apenas sinta o que tiver que sentir.

Ambos aproximam-se e deixam levar-se por ondas da imaginação, rompem barreiras, tempo, vínculos, rótulos, costumes, apenas sentem a sensação de serem apenas existência, sem culpa, sem medo, sem obrigações. Sentem como se cortinas se abrissem para um iluminado cenário; tudo muito leve, totalmente homogêneo. E assim o próprio sentimento os fizera entender que numa outra experiência viveram como Cristian e Cristiane, e mesmo que mudando os personagens a essência e o sentimento eram os mesmos. Sentiram que a realidade está no toque das almas, na sedução dos sentidos.

Olham-se e de lábios entreabertos dizem:

– Somos nós, seremos nós.

Num beijo indescritível, unem mais uma vez as almas num eterno eclipse.

Editora Vírtua

Vamos falar sobre bullying?

André Fortunato debate o tema com alunos de escolas de Nova Petrópolis (RS) e realiza oficinas de desenho

Tema atual e muito debatido nas escolas, o bullying foi o foco das ações do cartunista André Fortunato, da André Ilustras, em visita a duas escolas de Nova Petrópolis, na Serra Gaúcha. Com um livro em formato de histórias em quadrinhos publicado sobre o tema, ele une seu talento para desenhar com mensagens de conscientização sobre o assunto, adaptadas às situações vividas pelas crianças nas escolas.

A primeira visita ocorreu na Escola São José, onde André exibiu um vídeo sobre o assunto para os alunos e em seguida promoveu uma oficina de desenhos, mostrando técnicas de ilustração aos pequenos. “As crianças adoraram e foram muito receptivas”, conta o ilustrador. Depois, foi a vez de visitar a Escola 1º de Maio, onde foram realizadas as mesmas atividades, também com participação ativa dos alunos.

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André com a equipe da Escola São José. FOTO: Divulgação/André Ilustras

As palestras e oficinas de desenhos fazem parte de atividades desenvolvidas por André em escolas, empresas e associações, onde ele executa também trabalhos de facilitação gráfica, dando vida através dos desenhos a atividades realizadas nestes locais. Os próximos eventos acontecerão na Comunidade Evangélica Adorart, em Novo Hamburgo (RS), no dia 15 de setembro, e na Igreja Batista Nacional, em Caxias do Sul (RS), no dia 16. Posteriormente, André apresentará e autografará seus livros nas feiras do livro de Caxias do Sul, Bento Gonçalves (RS) e Vacaria (RS). Nesta última, ele realizará também oficinas de desenho.

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Alunos do 1º de maio demonstraram grande interesse pelo tema. FOTO: Divulgação/André Ilustras


André Ilustras

Facebook: André Ilustras Cartunista

Site: www.andreilustras.com.br

E-mail: andre@andreilustras.com.br

Fone: (54) 99653.0318

Muito a comemorar

Feira do livro de Santa Cruz do Sul recebeu 30 mil visitantes e vendeu 23,5 mil livros. Eventos paralelos destacaram o potencial dos escritores e ilustradores locais

Uma das principais cidades da região central do Rio Grande do Sul, Santa Cruz do Sul destaca-se em diversos segmentos da economia, com números expressivos. A 31ª edição da Feira do Livro da cidade, que aconteceu entre os dias 31 de agosto e 9 de setembro de 2018, mostrou que, também na literatura, a cidade tem um grande potencial. Segundo a organização do evento, recheado de atrações para todos os públicos, durante os 10 dias de feira foram registrados 30 mil visitantes e 23,5 mil livros foram vendidos nos 18 estandes.

 

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Público conferiu as novidades de perto no estande da Zum. FOTO: Rafael Augusto Machado/Editora Vírtua

Depois dos quatro primeiros dias, em que a instabilidade do clima afastou uma parte do público, o sol voltou a brilhar na cidade e a circulação de leitores aumentou consideravelmente. Muitos aproveitaram para participar dos eventos que aconteciam na feira, como contações de histórias e invasão Cosplay, além de prestigiar ações em locais próximos como a palestra de Alexandre Beck, no Colégio Marista São Luiz; a mostra Vida Ilustrada, que apresentou trabalhos de ilustradores locais na Casa das Artes Regina Somonis; o encontro enre escritores de Santa Cruz e Caxias no Caffés Brandelero e o lançamento do livro “Pedaços”, de João batista da Silva, no OMA’s Haus Café, entre outros.

POTENCIAL LOCAL
Acompanhando os lançamentos e sessões de autógrafos ou caminhando pelos corredores da feira, era possível perceber o talento de escritores, editores e ilustradores santa-cruzenses. Chama a atenção e empolga a harmonia e união entre os agentes literários locais. Em frente ao estande da Zum, parceira da Vírtua na feira, um expositor exclusivo anunciava “autores locais”, e lá vendia suas obras. A literatura santa-cruzense caminha rumo ao crescimento e à consolidação no mercado.

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Cidade, repleta de belos pontos turísticos, é forte na literatura. FOTO: Rafael Augusto Machado/Editora Vírtua

VÍRTUA NA FEIRA
A Editora Vírtua participou com muita alegria, pela primeira vez, da Feira do Livro de Santa Cruz do Sul, lançando na feira os livros “Ella”, de Leandro Angonese; “O Grande vazio”, de André Fortunato; “Pedaços”, de João Batista da Silva e “A república dos inocentes”, de Vanderlei Francisco Silva. A feira consolidou também a parceria entre a Vírtua e a Zum Editora, de Santa Cruz, iniciada algumas semanas antes, nas feiras do livro de Alegrete (RS) e Lajeado (RS). O Encontro de Diálogos Vírtua, que aconteceu no dia 1 de setembro e reuniu autores de Caxias e de Santa cruz, foi de grande valia para a Vírtua no sentido de evoluir em termos de produtos, serviços e, sobretudo, no aspecto humano, com a conquista de novas amizades e parcerias, que devem seguir fortes em eventos e projetos que devem seguir acontecendo entre escritores de ambas as cidades.

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Leitores conheceram obras da Vírtua no estande da Zum. FOTO: Rafael Augusto Machado/Editora Vírtua