Arquivo mensal maio 2018

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“Encanto paralelo”, um conto de Marlene Passos

Espaço Leitura #2 traz um texto que fala sobre a força de um verdadeiro amor e da importância da integração entre os homens e a natureza

Encanto Paralelo

Iara e Iasmin são irmãs e com a família passam férias na fazenda. Ao despertar, tomam café da manhã.

– Hmmm, adoro esse cheirinho de café misturado ao cheiro de natureza… Logo mais vou dar umas voltas a cavalo.

– Também gosto da natureza, irmã, mas você sabe, prefiro as badalações das noites cariocas… Mas já que estamos aqui, vou cavalgar com você.

– Tudo bem, na pausa do passeio poderemos parar às margens do rio. Adoro aquele lugar, parece um santuário.

– Iara, seja feita a sua vontade!

As irmãs se divertem em ritmo de cavalgada, o galope torna-se atrativo. Depois de um certo tempo resolvem parar às margens do rio.

– Iasmim, vou entrar na água.

– Melhor não, esse rio tem muita correnteza.

– Sei nadar bem e vou ficar perto da margem.

– Ok, cuidado!

Iara havia colocado biquíni, então tira a roupa mostrando o corpo sensual, solta os longos cabelos loiros… Entra na água e delicia-se com a sensação refrescante. Resolve voltar, mas sente dificuldade. A correnteza aumenta. Se apavora e grita. A irmã olha para a água e se assusta, gritando:

– Iaraaaaaaaaaaaaa!

Iara luta contra a correnteza e afunda; nesse instante, um índio mergulha e a tira da água. Ele tenta reanimá-la.

Ela volta a si assustada e o olha sem nada dizer.

– Sou Tucuman, adorador da natureza – diz ele.

– O que aconteceu?

– Eu estava mergulhando e vi quando se afogou.

– Obrigada por me salvar.

O índio sorri e diz:

– Estou aqui para apreciar e proteger.

– Não sabia da existência de índios nessa região.

– Não há comunidades indígenas por aqui. Minha alma vive em comunhão com a natureza em todos os lugares.

Meus ancestrais são da civilização Inca.

– Estou confusa depois de tudo, mas está sendo uma agradável surpresa! Onde é sua morada?

– Perto daqui existe um lugar onde faço reverências à natureza em todo pôr do sol. Quer conhecer?

– Sim, como chegaremos lá?

– Pelas árvores.

– Como assim? São muito altas!

– Coloque seus braços no meu ombro.

– Como assim?

– Vamos, me abrace por trás.

Iara, sem entender, coloca os braços no ombro do índio e ele começa a escalar as árvores e pular de uma árvore para outra com muita rapidez. Iara grita assustada e ao mesmo tempo fascinada. Chegam num paraíso visual onde muito verde contorna pedras e um despenhadeiro tendo como lençol d’água apresenta uma linda cachoeira.

– Que lugar incrível! Estou encantada! Onde estamos?

– Não existe uma referência material, só enxerga esse lindo lugar quem respeita e ama a natureza.

– Estarei fora de nossa órbita?

O índio sorri e diz:

– Sente nessa pedra, o rio é manso e corre para a cachoeira.

– O que você vai fazer?

– Espere, nessas pedras guardo meu tesouro.

Tucuman vai atrás das pedras e aparece com flautas e chocalhos feitos de conchas, começa a tocar lindamente, tão lindamente que emociona Iara. Ele toca com a alma e grita, saudando a natureza. Os gestos são inebriantes, um deleite imortalizando o momento, uma verdadeira dádiva. Seus longos cabelos negros esvoaçam com o vento.

A música termina e Iara, admirada, diz:

– Você é perfeito! Como pode?

– Sou filho da natureza e minha gratidão faço dessa maneira.

– Estou sem palavras… É perfeito… sem explicação! Seu brilho é intenso, sua beleza é tão imensa que nem sei expressar!

– Toquei pra você porque senti sua sensibilidade.

O povo Inca vem de crenças politeístas, acreditamos em vários deuses, sempre reverencio Inti, o deus do Sol; amo Pacha Mama, nossa mãe da Terra, e toco minhas músicas para Pachacámac, deus dos terremotos, que nos dá forças para sobreviver depois das catástrofes.

– Também sou adoradora da natureza, amo as lendas e aqui é tudo tão completo que nem vi o tempo passar, perdi a noção!

– O tempo só existe para o que passa!

– Realmente… O que é verdadeiro reserva-se o direito de eternizar-se em nosso ser, fica tatuado na alma.

Ele se aproxima e diz:

– Seus olhos azuis são lindos, seus cabelos lembram o dourado de Inti, o astro Sol…

Ela acaricia os cabelos do índio e diz:

– Seus cabelos negros sedosos parecem o anoitecer que acolhe as vidas no repouso noturno cheio de mistério e magia…

Tucuman aproxima seus lábios lentamente e a beija. Iara mergulha num mundo paralelo e se embriaga de carinho; deixa-se envolver pelo encantamento do índio.

Depois do amor, ambos adormecem ao som da natureza. Ao despertar ela pensa ser tudo um sonho, mas o vê ao seu lado, ainda adormecido. Lindo. Ele também desperta.

– Pensei…

– Pensou que fosse tudo um sonho! Não foi sonho, mesmo que vivamos outras realidades, nosso amor será sempre real.

O índio vai até sua flauta e a segura como um troféu, chega à beira do despenhadeiro entre pedras e grita saudando a natureza; então, toca outra canção.

Depois se aproxima e acaricia o rosto de Iara, que o fita admirada.

– Nunca imaginei existir tanta pureza dentro de um cenário!

– A pureza é a origem, o princípio, o materialismo que camuflou as regras.

– Aqui é o paraíso?

– O paraíso está dentro de cada um, basta encontrá-lo e vivê-lo.

– Tudo aqui é mágico: a noite, o dia, o som, o toque, o cheiro…

– Vou lhe mostrar uma coisa.

Tucuman chega à beira do despenhadeiro e salta. Iara grita assustada. De repente, um lindo e enorme condor voa aos arredores, saudando a natureza. A ave se aproxima e pousa perto de Iara e devagar vai se transformando no índio.

– O que foi isso? Uma metamorfose?

– Sim. Meu povo cultua os animais sagrados como o condor e o jaguar.

De repente os olhos de Tucuman vão se transformando em olhos de Jaguar, e novamente ele se mostra como índio.

– Só quero explicar que posso me transformar apenas na aparência, mas minha essência sempre será a mesma. Sempre farei reverências à natureza, até mesmo para agradecer esse amor que para mim também foi uma surpresa. Espere um momento.

Tucuman sobe numa árvore, desce trazendo flores e começa a enfeitar os cabelos de Iara.

– Estou amando esse momento, mas preciso partir, minha família deve estar preocupada.

– Entendo, somos livres, filhos da natureza, a felicidade só existe se houver liberdade. A levarei de volta.

– Sentirei saudade.

– Sempre estarei por perto.

Num beijo cheio de pureza e sensualidade, se despedem. Tucuman a deixa perto da fazenda onde a família amargurada estava perto do rio; ele vai sem ser visto.

O tempo passa e, de volta à cidade grande, num belo dia de sol Iara entra na faculdade onde estudava Engenharia Florestal e uma amiga diz:

– Oi, temos professor novo.

As amigas entram na sala de aula e Iara surpreende-se ao vê-lo. Ela sorri e pensa:

– Imaginei tudo, menos ver meu índio como professor!

– Bom dia, Pessoal, sou o professor Alexandre, um apaixonado pela natureza.

A aula segue e Iara não consegue prestar atenção. Termina a aula, os alunos saem e o professor pede para que Iara fique.

– Você é…

– Sim, lembra quando disse que minha transformação é apenas na aparência e que minha essência será sempre a mesma?

– Sim…

– Tenho o poder de mudar a aparência, mas não consigo fugir do amor que sinto por ti. Esse está em minha essência.

– Também senti sua falta. No final do ano será minha formatura, pensei em ir até a fazenda para tentar vê-lo.

– O tempo não faz parte do meu sistema e não suportaria esperar, por isso me fiz professor.

– Mas você… nunca imaginei… Vai ficar até o final do curso?

– Não, Fiquei sabendo que precisariam de um substituto para o seu curso, foi então que resolvi me transformar em professor, pois tenho muito conhecimento sobre a natureza. Preciso senti-la!

– Aqui perto tem um bosque, vamos lá.

Ambos saem da faculdade e entram no carro de Iara, indo até o bosque. Saem do carro e caminham lentamente, lado a lado, quando de repente ele a segura e diz:

– A natureza faz parte do meu ser, igual a esse amor que sinto por ti. Num gesto de imensa saudade, ele a beija e os dois se misturam entre folhas, abraços e sussurros.

– Tive medo de não vê-lo mais.

– Nosso amor surgiu para nos unir num infinito querer.

– Às vezes me perco em pensamento… Você é um mistério…

– A vida é um mistério e se quiser ser feliz não tente compreendê-la.

– O que será de nós?

– Impossível saber, o sentimento parece como aurora boreal, muda constantemente suas cores mas permanece a magnitude da beleza. Para ser feliz é preciso entender que somos livres criaturas da criação e somente o presente nos pertence. Quando o sentimento se aflora na alma ele nos acompanha onde quer que estejamos, independente de características materiais. Em minha essência você convive e sinto seu ser invadir minha alma com especial doçura, não existe tempo em nosso espaço magnético. Por mais que faça-me bem sua presença, não posso estar sempre contigo, tenho minhas tarefas a fazer.

– Tarefas?

– Sou protetor da natureza, passei um período revigorando minhas estratégias mentais, preciso impedir o desmatamento; muitos lutaram pela preservação, mas o poder e o egoísmo prejudicaram o processo natural das coisas. Vim vê-la porque o que sinto por ti é imenso e sua alma é compatível à minha.

– Prometo lutar pela natureza. Semana que vem eu e meus amigos vamos plantar muitas árvores e faremos palestras falando da importância das matas ciliares.

– De pessoas como vocês é que a natureza precisa!

– Fui informado através de meu guia telepático que na semana que vem uns traficantes de animais selvagens irão invadir a mata. Preciso impedi-los.

– Onde será? Vamos avisar a Polícia Florestal.

– Não! Às vezes acontecem mudanças nos planos, preciso estar alerta. Não se preocupe, tenho minhas estratégias…

– Vou ficar preocupada.

– Não fique, preocupe-se apenas em plantar árvores e fazer palestras para conscientizar o povo. O planeta está passando por uma grave crise por falta de respeito do ser humano; estive observando o mar, que por absorver emissões de gases causados pela poluição, está ficando com a água cada vez mais ácida, colocando a vida marinha em risco. É preciso entender: o dinheiro não terá valor quando não tivermos o que plantar. Estou preocupado, mas no momento quero esquecer os problemas e me entregar a você, minha flor de açucena.

Ele a olha com carinho e continua:

– Você está em mim…

Ele a beija delicadamente e depois, com a explosão de um vulcão, a toma nos braços. Eles se misturam à brisa do orvalho e com um doce sussurrar ele se despede, anda entre árvores e desaparece.

Iara sorri de felicidade e sente que sua missão seria intensificar a ajuda na preservação. Na faculdade ela e os amigos fazem campanhas, palestras, viajam, vão a escolas mostrar às crianças a importância da natureza.

Enquanto isso o índio espera os traficantes de animais na mata. Camuflado entre folhas, ele só os observa. Homens chegam com carros contendo gaiolas e começam a captura.

Tucuman fecha os olhos e pede ajuda aos ancestrais para combaterem o crime, pois a flora e a fauna pediam socorro. De repente um vento muito forte começa na região, uma chuva forte arrasta alguns homens; parecia um dilúvio repentino. A tempestade diminui e o índio surge.

– Nosso Deus Viracocha, criador de tudo, mandou essa tempestade como último recado: ou vocês respeitam e preservam a natureza ou sofrerão sérias consequências.

Os ambientalistas e ecologistas não estão podendo combater a ganância do homem, o egoísmo e a ignorância dos pretenciosos; desde então o pai supremo resolveu intervir para salvar o planeta.

Os homens assustados tentam atirar no índio, mas as balas não o atingem e ele sorri:

– Vocês não podem com minha essência, vão embora, do contrário irão se arrepender pela punição merecida. Até o deus Supay, que habita as profundezas da terra, os punirá!

Os homens, assustados, soltam os animais que estavam capturados, entram nos carros e saem em disparada. O índio sorri. O tempo passa e é chegado o dia da formatura de Iara. Ela, linda, espera ansiosa pelo diploma. Vários professores estão apostos para a entrega do certificado, Iara nem havia percebido que Tucuman era o professor substituto na entrega.

Quando a chamam ela se surpreende ao vê-lo novamente como professor, mostra um lindo e amplo sorriso e vai até ele, que a entrega o certificado.

– Parabéns, você merece!

– Obrigada.

Em seguida ocorre uma festa cheia de alegria e realizações. Os formandos se abraçam e juram fazer a diferença num mundo tão carente. O professor se aproxima de Iara e diz:

– Não perderia essa oportunidade por nada!

– Como soube que o professor não viria?

– Tenho minhas estratégias…

– Você e seus mistérios…

– Tudo em nome do amor. Vamos àquele bosque depois?

– Quer ir agora?

– Não, esse momento é seu e de seus amigos, depois iremos. Vou esperá-la no local.

O professor disfarça e sai.

Já era madrugada quando Iara vai ao Bosque. Ao descer do carro, é surpreendida por dois marginais. Ela se assusta e sai correndo, caindo em seguida. Um deles a levanta e diz:

– Calma, lindinha, só queremos levar o carro, mas pensando bem, com essa beleza toda podemos até nos divertir um pouquinho…

De repente um enorme condor desce num voo rasante e fica entre eles.

– Olha só, meu mano, um passarinho!

Os marginais começam a rir e tentam atirar no pássaro, mas as balas não acertam. O condor os enfrenta com bico e garras, fazendo-os correr. Iara, assustada, vê o condor se transformar no índio.

Ela corre para os braços de Tucuman.

– Desculpe, meu amor, a coloquei em perigo!

– Faria qualquer coisa para estar contigo.

– Hoje é noite de eclipse, você sentirá uma nova sensação em nosso contato.

– Como assim?

Tucuman a beija e aos poucos ambos eles vão sentindo o sangue dos dois se misturar; começam a fazer parte da mesma magia. O bosque se torna bem claro ao receber a presença de ancestrais tocando flautas lindamente em homenagem ao casal de alma única. Enfim, tornaram-se luz para proteger o amor e a natureza. Num sorriso lindo, selam o pacto num beijo translúcido, cheio de sensações perenes.

Editora Vírtua

 

 

quemfaz - "Encanto paralelo", um conto de Marlene Passos

“Não julgue pela capa”, uma crônica de Gustavo Tamagno Martins

Texto do jovem escritor inaugura a seção “Espaço da leitura” do Vírtua Blog, dedicada a divulgar novos talentos da literatura. Clique e leia!

Não julgue pela capa
Por Gustavo Tamagno Martins

Mistério. Descubra as pessoas ao seu redor aos poucos. Conhecer uma pessoa vai muito além da impressão. Dê chances de conhecer, ouvir, conviver. Tudo leva um tempo para ser compreendido e processado. As pessoas são mais que apenas aparência. O conteúdo pode mudar seus conceitos e pré-conceitos.
Mesmo que te julguem pela primeira impressão ou pela aparência, nunca deixe ser aquela sua definição. Você é quem sabe, quem sente, quem convive, você é simplesmente você. Por que a preocupação com uma pessoa que não sabe seus sentimentos e lutas? Perceba a essência das pessoas. Note o coração dela, mesmo que não seja no sentido literal.

As pessoas podem ser comparadas a livros: algumas te enganam pela capa e outras te surpreendem pelo conteúdo. Em uma livraria australiana, existe uma prateleira onde os livros estão empacotados com papel pardo. Os clientes não podem ver a capa, nome do autor e nem o título. Apenas estão inseridas palavras-chaves e breves frases relativas à obra. Para quê? Para que ninguém as julgue pela capa. O projeto chama-se Blind date with a book (encontro às cegas com um livro). Nada é o que parece ser. Pense no mar: de longe é azul, de perto verde e por dentro transparente. Ao invés de olhá-lo de longe, mergulhe. O bonito mesmo é as pessoas enxergarem além das aparências.
Cuidado ao julgar alguém. Quando você julga uma pessoa, isso não define quem ela é, define quem você é. A pedra que você atira hoje pode ser a mesma que você tropeça amanhã. Quem é você para julgar o outro? Então use seu tempo para amar as pessoas e não para as julgar.

Gustavo Tamagno MartinsQuero fazer parte da família Vírtua

quemfaz - "Não julgue pela capa", uma crônica de Gustavo Tamagno Martins

Lançamento do livro “Pedaços”, de João Batista da Silva, é sucesso de público

Dezenas de pessoas compareceram à Fabbrica, em Caxias do Sul (RS). Próximo evento ocorre dia 2 de junho, na cidade de Rio Negro (PR)

O contraste entre o vento frio e o calorzinho proporcionado pelo sol transformou um local histórico de Caxias do Sul em um aconchegante ambiente para conhecer o poeta João Batista da Silva e seu mais novo livro, “Pedaços”, o primeiro dele pela Editora Vírtua. Dezenas de pessoas compareceram à Fabbrica, no bairro de Lourdes, para adquirirem os primeiros exemplares da obra.

Em 100 páginas, “Pedaços” conduz o leitor a uma viagem poética por lugares, emoções, pessoas e lembranças que marcaram o autor. “É um enfeixe de poemas com sentimento à flor da pele. Eles exaltam um pouco do ser, da pessoa a ser idolatrada, o ser humano mesmo. E traz um pouco de mim, do que eu passei durante todo esse tempo, com períodos de saudades, emoção, alegria. Ele é bem diversificado. Tem traços da minha personalidade no livro, são pedaços da minha trajetória”, disse Batista em entrevista ao Jornal Pioneiro, de Caxias do Sul.

No começo de junho, o autor viaja a Santa Catarina e ao Paraná para divulgar a obra, tendo já marcado um evento de lançamento na cidade paranaense de Rio Negro, no dia 2. Também está prevista para o mesmo mês uma apresentação da obra em Caxias do Sul, em evento da Editora Vírtua, em data a ser definida. O livro está sendo vendido ao valor de R$ 32, e pode ser adquirido junto ao autor, pela loja on-line da Vírtua e, em breve, em diversos pontos de Caxias do Sul. Confira abaixo alguns momentos desta tarde memorável.

Fotos: Rafael Augusto Machado, Editora Vírtua

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Leandro Angonese (E) com João Batista. Poetas Editora Vírtua.

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João Batista da Silva lança o livro “Pedaços”

Obra editada pela Vírtua será apresentada ao público no dia 12 de maio, às 15h, na Fabbrica, em Caxias do Sul (RS)

Transformar momentos marcantes em poesia é um talento que poucos possuem. Entre essas pessoas está o escritor João Batista da Silva. Com participação em três antologias, ele prepara agora o lançamento de seu quinto livro, o segundo de poesias direcionado aos públicos jovem e adulto: Pedaços. O lançamento ocorrerá na Fabbrica (Rua Nelson Dimas De Oliveira, 11, Bairro de Lourdes, em Caxias do Sul) e será vendido por R$ 32. A obra é publicada pela Editora Vírtua.

Em Pedaços, o escritor expressa todo o seu talento com a poesia, jogando com as palavras para demonstrar e expressar sentimentos que lhe marcaram com relação a pessoas, lugares, emoções e muito mais, sempre exaltando o lado humano das situações do cotidiano. Um livro de fragmentos poéticos, um enfeixe de poemas com sensibilidade à flor da pele. “Levei mais de dois anos escrevendo o livro, por isso o nome Pedaços. Todo ‘ser’ tem que agrupar seus pedaços em algum momento. Enquanto eu escrevia o livro, o dia a dia fez com que os sentimentos se fragmentassem e as emoções se tornaram mais secas e mais amargas. Nesta obra o leitor descobrirá muitos de seus pedaços”, diz o poeta.

Além de Pedaços, João Batista da Silva já lançou os livros Sonhar e pensar é preciso (1990), Encanto dos bichos (2009), Lelé maluco não é (2011) e Lápis em cores (2013), e participou da 3ª e da 4ª edições da Antologia Caxiense de Poetas (1988/1991) e teve o conto O menino que lia jornal publicado no livro Escritos Premiados (2008/2009).

 

Sobre o livro:

Pedaços, de João Batista da Silva

Gênero: Poesia

Editora: Vírtua

Páginas: 100

Valor: R$ 32

capa frente pequena - João Batista da Silva lança o livro “Pedaços”